Sócrates discursava para algumas centenas de militantes socialistas na Pavilhão de Portimão quando, de repente, aparece Jesus Cristo baixando lentamente do céu.
Quando chega ao lado de Sócrates, diz-lhe algo ao ouvido.
Então Sócrates, dirigindo-se à multidão, diz:
- Atenção camaradas! O camarada Jesus Cristo está aqui, e quer dizer-vos umas palavras!
Jesus pega o microfone e diz:
- Povo português, este homem aqui ao lado, o Primeiro Ministro Sócrates, não vos tem dado o 'pão do conhecimento' da mesma forma que eu fiz?
Os socialistas respondem:
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!
- Não é verdade que, assim como eu multipliquei os pães e os peixes para dar de comer a todos, este homem inventou os aumentos de 5 e de dez cêntimos nas pensões, para que todos pudessem se alimentar?
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiim!, responderam os militantes.
- Não é verdade que este homem, José Sócrates, reformulou o Serviço Nacional de Saúde, assim como eu curei os enfermos e tratei os pobres e desfavorecidos?
O povo grita:
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiim!
- Não foi, também ele, traído por companheiros de partido, assim como eu fui traído por Judas?
Os socialistas gritaram ainda com mais força:
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!
- Então, do que é que estão à espera para crucificar o gajo???!!!
terça-feira, 18 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
36 ANOS DEPOIS ...25 de Abril!!!Qual democracia!!!
Carta de um aluno ao professor:
«Exmo Senhor Professor,
Sou obrigado a escrever-lhe, nesta data, depois de ter escutado, com toda a atenção, a aula de História, que nos deu sobre a Revolução de Abril de 1974.
Li todos os apontamentos que tirei na aula e os textos de apoio que me entregou para me preparar para o teste, que o Senhor Professor irá apresentar-nos, na próxima semana, sobre a Revolução dos Cravos.
Disse o Senhor Professor que a Revolução derrubou a ditadura "salazarista" e veio a permitir o final da Guerra Colonial, com a conquista da Liberdade do Povo Português o dos Povos dos territórios que nós dominávamos e que constituíam o nosso Império.
Afirmou ainda que passámos a viver em Democracia e que iniciámos uma nova política de Desenvolvimento, baseada na economia de mercado.
Informou-nos também que a Censura sobre os órgãos de Comunicação Social terminara e que a PIDE/DGS, a Polícia Política do Estado Fascista acabara, dando a possibilidade aos Portugueses de terem liberdade de expressão, opinião e pensamento. Hoje, todos eles podem exprimir as suas opiniões nos jornais, rádio, televisão, cinema e teatro, sem receio de serem presos.
Disse igualmente que Portugal era um país isolado no contexto internacional e que agora fazemos parte da União Europeia e temos grande prestígio no mundo. Que somos dos poucos países da União a cumprir, na íntegra, os cinco critérios de convergência nominal do Tratado de Maastricht para fazermos parte do pelotão da frente com vista ao Euro.
Li os textos de apoio do Professor Fernando Rosas, onde me informam que os Capitães de Abril são considerados heróis nacionais, como nunca houvera antes na nossa história, e que eles são os responsáveis por toda a modernidade do nosso país, pois se não tivesse acontecido a memorável Revolução, estaríamos na cauda da Europa e viveríamos em grande atraso, em relação aos outros países, e num total obscurantismo.
Tinha já tudo bem compreendido e decorado, quando pedi ao meu pai que lesse os apontamentos e os textos para me fazer perguntas sobre a tal Revolução, com vista à minha preparação para o teste, pois eu não assisti ao acontecimento histórico, por não ter ainda nascido, uma vez que, como sabe, tenho apenas dezasseis anos de idade.
Com o pedido que fiz ao meu pai, começaram os meus problemas pois ele ficou horrorizado com o que o Senhor Professor me ensinou e chamou-lhe até mentiroso porque conseguira falsificar a História de portugal.
Ele disse-me que assistira à Revolução dos Cravos dos Capitães de Abril e que vira com «os olhos que a terra há-de comer» o que acontecera e as suas consequências. Disse-me que os Capitães foram os maiores traidores que a nossa História conhecera, porque entregaram aos comunistas todo o nosso império, enganando os Portugueses e os naturais dos territórios, que nos pertenciam por direito histórico. Que a Guerra no Ultramar envolvera toda a sua geração e que nela sobressaíra a valentia dum povo em armas, a defender a herança dos nossos maiores.
Que já não existia ditadura "salazarista", porque Salazar já tinha morrido na altura e que vigorava a Primavera Marcelista que, paulatinamente, estava a colocar Portugal na vanguarda da Europa.
Que hoje o nosso país, conjuntamente com a Grécia, são os países mais atrasados da Comunidade Europeia.
Que Portugal já desfrutava de muitas liberdades ao tempo do Professor Marcelo Caetano, que caminhávamos para a Democracia sem sobressaltos, que os jovens, como eu, tinham empregos assegurados, quando terminavam os estudos, que não se drogavam, que não frequentavam antros de deboche a que chamam discotecas, nem viviam na promiscuidade sexual, que hoje lhes embotam os sentidos.
Disse-me também que ele sabia o que era Deus, a Pátria e a Família e que eu sou um ignorante nessas matérias. Aliás, eu nem sabia que a minha Pátria era Portugal, pois o Senhor Professor ensinou-me que a minha Pátria era a Europa.
O meu pai disse-me que os governantes de outrora não eram corru ptos e que após o 25 de Abril nunca se viu tanta corrupção como actualmente.
Também me disse que a criminalidade aumentara assustadoramente em Portugal e que já há verdadeiras máfias a operar, vivendo à custa da miséria dos jovens drogados e da prostituição, resultado do abandono dos filhos de pais divorciados e dum lamentável atraso cultural, em virtude de um Sistema Educativo, que é a nossa maior vergonha, desde há mais vinte anos.
Eu fiquei de boca aberta, quando o meu pai me disse que a "Censura" continuava na ordem do dia, porque ele manda artigos para alguns jornais e não são publicados, visto que ele diz as verdades, que são escamoteadas ao Povo Português, e isso não interessa a certos orgãos de Comunicação Social ao serviço de interesses obscuros.
O meu pai diz que o nosso país é hoje uma colónia de Bruxelas, que nos dá esmolas para nós conseguirmos sobreviver, pois os tais Capitães de Abril reduziram Portugal a uma «pobreza franciscana» e que o nosso país já não nos pertence e que perdemos a nossa independência.
Perguntei-lhe se ele já ouvira falar de Mário Soares, Almeida Santos, Rosa Coutinho, Melo Antunes, Álvaro Cunhal, Vítor Alves, Vítor Crespo, Lemos Pires, Vasco Lourenço, Vasco Gonçalves, Costa Gomes, Pezarat Correia... Não pude acrescentar mais nomes, que fixara com enorme sacrifício e trabalho de memória, porque o meu pai começou a vomitar só de me ouvir pronunciar estes nomes.
Quando se sentiu melhor, disse-me que nunca mais lhe falasse em tais «sacanas de gajos», mas que decorasse antes os nomes de Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Diogo Cão, D. João II, D. Manuel I, Bartolomeu Dias, Afonso de Alburquerque, D. João de Castro, Camões, Norton de Matos, porque os outros não eram dignos de ser Portugueses, mas estes eram as grandes e respeitáveis figuras da nossa História.
Naturalmente que fiquei admirado, porque o Senhor Professor nunca me falara nestas personagens tão importantes e apenas me citara os nomes que constam dos textos do Professor Fernado Rosas.
Senhor Professor, dada a circunstância do meu pai ter visto, ouvido, sentido e lido a Revolução de Abril, estou completamente baralhado, com o que o Senhor me ensinou e com a leitura dos textos de apoio.
Eu julgo que o meu pai é que tem razão e, por isso, no próximo teste, vou seguir os conselhos dele.
Não foi o Senhor Professor que disse que a Revolução nos deu a liberdade de opinião?
Certamente terei uma nota negativa, mas o meu pai nunca me mentiu e eu continuo a acreditar nele.
Como ele, também eu vou pôr uma gravata preta no dia 25 de abril, em sinal de luto pelos milhares de mortos havidos no nosso Império, provocados pela Revolução dos Espinhos, perdão, dos Cravos.
O Senhor disse-me que esta Revolução não vertera uma gota de sangue e agora vim a saber que militantes negros que serviram o exército português, durante a guerra, que o Senhor chamou colonial, foram abandonados e depois fuzilados pelos comunistas a quem foram entregues as nossas terras.
Desculpe-me, Senhor Professor, mas o meu pai disse-me que o Senhor era cego de um olho, que só sabia ler a História de Portugal com o olho esquerdo. Se o Senhor tivesse os dois olhos não me ensinaria tantas asneiras, mas que o desculpava porque o Senhor era um jovem e certamente só lera o que o Professor Fernando Rosas escrevera.
A minha carta já vai longa, mas eu usei de toda a honestidade e espero que o Senhor Professor consiga igualmente ser honesto para comigo, no próximo teste, quando o avaliar.
Com os meus respeitosos cumprimentos.
O seu aluno.
Todos os anos, nesta data, se fala em comemorações em todo o país, mas eu pergunto:
COMEMORAR O QUÊ????»
«Exmo Senhor Professor,
Sou obrigado a escrever-lhe, nesta data, depois de ter escutado, com toda a atenção, a aula de História, que nos deu sobre a Revolução de Abril de 1974.Li todos os apontamentos que tirei na aula e os textos de apoio que me entregou para me preparar para o teste, que o Senhor Professor irá apresentar-nos, na próxima semana, sobre a Revolução dos Cravos.
Disse o Senhor Professor que a Revolução derrubou a ditadura "salazarista" e veio a permitir o final da Guerra Colonial, com a conquista da Liberdade do Povo Português o dos Povos dos territórios que nós dominávamos e que constituíam o nosso Império.
Afirmou ainda que passámos a viver em Democracia e que iniciámos uma nova política de Desenvolvimento, baseada na economia de mercado.
Informou-nos também que a Censura sobre os órgãos de Comunicação Social terminara e que a PIDE/DGS, a Polícia Política do Estado Fascista acabara, dando a possibilidade aos Portugueses de terem liberdade de expressão, opinião e pensamento. Hoje, todos eles podem exprimir as suas opiniões nos jornais, rádio, televisão, cinema e teatro, sem receio de serem presos.
Disse igualmente que Portugal era um país isolado no contexto internacional e que agora fazemos parte da União Europeia e temos grande prestígio no mundo. Que somos dos poucos países da União a cumprir, na íntegra, os cinco critérios de convergência nominal do Tratado de Maastricht para fazermos parte do pelotão da frente com vista ao Euro.
Li os textos de apoio do Professor Fernando Rosas, onde me informam que os Capitães de Abril são considerados heróis nacionais, como nunca houvera antes na nossa história, e que eles são os responsáveis por toda a modernidade do nosso país, pois se não tivesse acontecido a memorável Revolução, estaríamos na cauda da Europa e viveríamos em grande atraso, em relação aos outros países, e num total obscurantismo.
Tinha já tudo bem compreendido e decorado, quando pedi ao meu pai que lesse os apontamentos e os textos para me fazer perguntas sobre a tal Revolução, com vista à minha preparação para o teste, pois eu não assisti ao acontecimento histórico, por não ter ainda nascido, uma vez que, como sabe, tenho apenas dezasseis anos de idade.
Com o pedido que fiz ao meu pai, começaram os meus problemas pois ele ficou horrorizado com o que o Senhor Professor me ensinou e chamou-lhe até mentiroso porque conseguira falsificar a História de portugal.
Ele disse-me que assistira à Revolução dos Cravos dos Capitães de Abril e que vira com «os olhos que a terra há-de comer» o que acontecera e as suas consequências. Disse-me que os Capitães foram os maiores traidores que a nossa História conhecera, porque entregaram aos comunistas todo o nosso império, enganando os Portugueses e os naturais dos territórios, que nos pertenciam por direito histórico. Que a Guerra no Ultramar envolvera toda a sua geração e que nela sobressaíra a valentia dum povo em armas, a defender a herança dos nossos maiores.
Que já não existia ditadura "salazarista", porque Salazar já tinha morrido na altura e que vigorava a Primavera Marcelista que, paulatinamente, estava a colocar Portugal na vanguarda da Europa.
Que hoje o nosso país, conjuntamente com a Grécia, são os países mais atrasados da Comunidade Europeia.
Que Portugal já desfrutava de muitas liberdades ao tempo do Professor Marcelo Caetano, que caminhávamos para a Democracia sem sobressaltos, que os jovens, como eu, tinham empregos assegurados, quando terminavam os estudos, que não se drogavam, que não frequentavam antros de deboche a que chamam discotecas, nem viviam na promiscuidade sexual, que hoje lhes embotam os sentidos.
Disse-me também que ele sabia o que era Deus, a Pátria e a Família e que eu sou um ignorante nessas matérias. Aliás, eu nem sabia que a minha Pátria era Portugal, pois o Senhor Professor ensinou-me que a minha Pátria era a Europa.
O meu pai disse-me que os governantes de outrora não eram corru ptos e que após o 25 de Abril nunca se viu tanta corrupção como actualmente.
Também me disse que a criminalidade aumentara assustadoramente em Portugal e que já há verdadeiras máfias a operar, vivendo à custa da miséria dos jovens drogados e da prostituição, resultado do abandono dos filhos de pais divorciados e dum lamentável atraso cultural, em virtude de um Sistema Educativo, que é a nossa maior vergonha, desde há mais vinte anos.
Eu fiquei de boca aberta, quando o meu pai me disse que a "Censura" continuava na ordem do dia, porque ele manda artigos para alguns jornais e não são publicados, visto que ele diz as verdades, que são escamoteadas ao Povo Português, e isso não interessa a certos orgãos de Comunicação Social ao serviço de interesses obscuros.
O meu pai diz que o nosso país é hoje uma colónia de Bruxelas, que nos dá esmolas para nós conseguirmos sobreviver, pois os tais Capitães de Abril reduziram Portugal a uma «pobreza franciscana» e que o nosso país já não nos pertence e que perdemos a nossa independência.
Perguntei-lhe se ele já ouvira falar de Mário Soares, Almeida Santos, Rosa Coutinho, Melo Antunes, Álvaro Cunhal, Vítor Alves, Vítor Crespo, Lemos Pires, Vasco Lourenço, Vasco Gonçalves, Costa Gomes, Pezarat Correia... Não pude acrescentar mais nomes, que fixara com enorme sacrifício e trabalho de memória, porque o meu pai começou a vomitar só de me ouvir pronunciar estes nomes.
Quando se sentiu melhor, disse-me que nunca mais lhe falasse em tais «sacanas de gajos», mas que decorasse antes os nomes de Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Diogo Cão, D. João II, D. Manuel I, Bartolomeu Dias, Afonso de Alburquerque, D. João de Castro, Camões, Norton de Matos, porque os outros não eram dignos de ser Portugueses, mas estes eram as grandes e respeitáveis figuras da nossa História.
Naturalmente que fiquei admirado, porque o Senhor Professor nunca me falara nestas personagens tão importantes e apenas me citara os nomes que constam dos textos do Professor Fernado Rosas.
Senhor Professor, dada a circunstância do meu pai ter visto, ouvido, sentido e lido a Revolução de Abril, estou completamente baralhado, com o que o Senhor me ensinou e com a leitura dos textos de apoio.
Eu julgo que o meu pai é que tem razão e, por isso, no próximo teste, vou seguir os conselhos dele.
Não foi o Senhor Professor que disse que a Revolução nos deu a liberdade de opinião?
Certamente terei uma nota negativa, mas o meu pai nunca me mentiu e eu continuo a acreditar nele.
Como ele, também eu vou pôr uma gravata preta no dia 25 de abril, em sinal de luto pelos milhares de mortos havidos no nosso Império, provocados pela Revolução dos Espinhos, perdão, dos Cravos.
O Senhor disse-me que esta Revolução não vertera uma gota de sangue e agora vim a saber que militantes negros que serviram o exército português, durante a guerra, que o Senhor chamou colonial, foram abandonados e depois fuzilados pelos comunistas a quem foram entregues as nossas terras.
Desculpe-me, Senhor Professor, mas o meu pai disse-me que o Senhor era cego de um olho, que só sabia ler a História de Portugal com o olho esquerdo. Se o Senhor tivesse os dois olhos não me ensinaria tantas asneiras, mas que o desculpava porque o Senhor era um jovem e certamente só lera o que o Professor Fernando Rosas escrevera.
A minha carta já vai longa, mas eu usei de toda a honestidade e espero que o Senhor Professor consiga igualmente ser honesto para comigo, no próximo teste, quando o avaliar.
Com os meus respeitosos cumprimentos.
O seu aluno.
Todos os anos, nesta data, se fala em comemorações em todo o país, mas eu pergunto:
COMEMORAR O QUÊ????»
Mais uma vergonha!!!

Ainda pensavam que atestar nas bombas dos supermercados era uma grande vantagem!
Vejam, agora na Galp e façam a conta 50 litros x 0,22¤ = 11,00¤. É verdade!... Só para os militantes do PS!..........................0,22¤/Litro de desconto em combustível!! Dá para acreditar?!
Assim, percebe-se porque pagamos os combustíveis mais caros!
É para outros, sem um pingo de vergonha, terem estes esquemas e os pagarem mais baratos.
E Ainda vão dizer que está a aumentar o número de militantes no partido... Porque será??!!!
Vejam, agora na Galp e façam a conta 50 litros x 0,22¤ = 11,00¤. É verdade!... Só para os militantes do PS!..........................0,22¤/Litro de desconto em combustível!! Dá para acreditar?!
Assim, percebe-se porque pagamos os combustíveis mais caros!
É para outros, sem um pingo de vergonha, terem estes esquemas e os pagarem mais baratos.
E Ainda vão dizer que está a aumentar o número de militantes no partido... Porque será??!!!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Ah grande Socrates! (É o PE........é o PEC !!!)
O novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima segunda-feira. O recinto custou dois milhões de dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação. A cerimónia de inauguração abrirá com uma marcha de escuteiros locais, conduzindo as bandeiras de Portugal e da Palestina, e a execução dos respectivos hinos nacionais.
Já fechámos urgências, maternidades, centros de saúde e escolas primárias, mas oferecemos um estádio à Palestina.
Devíamos fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao Afeganistão. A seguir fechávamos a cidade universitária e oferecíamos um complexo olímpico (também com estádio) à Somália e por último fechávamos a Assembleia da República e...
oferecíamos os nossos políticos aos crocodilos do Nilo. :)
Já fechámos urgências, maternidades, centros de saúde e escolas primárias, mas oferecemos um estádio à Palestina.
Devíamos fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao Afeganistão. A seguir fechávamos a cidade universitária e oferecíamos um complexo olímpico (também com estádio) à Somália e por último fechávamos a Assembleia da República e...
oferecíamos os nossos políticos aos crocodilos do Nilo. :)
Mais um escândalo!!!
GRANDE ESCÂNDALOCom o 9º ano, 50 anos de idade e reforma de mais de € 3.000 euros...só pode ser xuxa...
O Sr. Presidente da República não deve conhecer esta. Será que alguém lhe pode informar?
Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado.
A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a € 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» -apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.
O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro.
Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário - Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de € 4.000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril.
O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo PS mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para € 2.000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao Expresso Vasco Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de € 5.000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais € 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril (?????), e cerca de € 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado Vasco Franco do PS, triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
José Maria Martins, hoje e sem medo!!!
José Maria Martins, hoje e sem medo
Segunda-feira, Março 08, 2010
«Há que investigar a riqueza de José Sócrates e investigar as lojas maçónicas do GOL
Todos sabem que eu não morro de amores por José Sócrates.
Desde logo não consigo perceber como José Sócrates é tão rico, mas aufere mensalmente menos que eu!
Sócrates sempre foi uma pessoa pobre.
Não passava de mero funcionário de uma Câmara Municipal. Com um vencimento baixissimo.
Depois não passava de mero deputado, com um vencimento baixo e que não dá para grandes voos.
Nem como secretário de estado ganhava algo que se visse.
De repente, José Sócrates e a sua família, aparecem como as debutantes nos bailes da Associação Comercial do Porto! Ricos, anafados!
Sócrates é imensamente rico, cliente da loja mais cara dos Estados Unidos, a comprar fatos de 50 mil dólares - isto num país em que há 40% de pobres! - a mãe que era empregada doméstica, passa a rica proprietária! Uma ofensa ao Povo Português!|
Depois temos Vale e Azevedo como vizinho de Sócrates, no mesmo prédio, e as manobras no Reino Unido para evitarem a extradição de Vale e Azevedo!
Isto aliado ao facto de se saber que o PM do Reino Unido é amigo do casal pai da miúda desaparecida no Algarve e que houve um ataque à PJ portuguesa, inacreditável, é obra!
Sócrates tem sido o pior PM da história portuguesa, mas a PGR tem agido como se sabe.
Todas as trapalhadas de José Sócrates têm esbarrado na PGR, dizendo até alguns que há protecção. Por mais indícios que haja, Sócrates safa-se sempre.
Tudo aponta para manobras da Maçonaria - uma organização criminosa no sub-mundo português - e o apoio do homem que negociava em marfim de sangue e em diamantes de sangue, que é Mário Soares, mais o filho aviador que caiu na Jamba.
~
Portugal está um lodaçal. Portugal é uma república de criminosos onde qualquer irmão da Maçonaria está livre.
António Vitorino fugiu aos impostos e deixou de ser ministro, mas é comentador!
Murteira Nabo parece que fugiu aos impostos, mas é importante!
Sócrates nem tem uma licenciatura limpa, verdadeira, mas é engº! Licencitaura de fim de semana, numa universidade gerida por gente que está acusada de crimes de organização criminosa, burla, falsificação de documentos!!! Na Assembleia da República Sócrates já era engº antes de ter qualquer curso, embora viciado. Até o site oficial do governo dizia que Sócrates era licenciado em "engenharia"!
Pobres assessores de Sócrates que nem sabem a diferença entre engenharia e engenheiria!
A PGR existe?
O PGR sabe o que está a fazer?
Basta de vigarices!
Os portugueses têm de deixar de ser carneiros.
Os políticos são apenas individuos!
O Procurador-Geral da República, que é um homem da confiança do PS, não pode impedir a Assembléia da República de conhecer os seus despachos.
Ou o PGR é o único na União Europeia que faz o que quer e age como quer sem controlo?
Basta o PGR arquivar sem ninguém poder reagir?
Que porcaria de ordem política e jurídica é esta?
Não pode ser.
O PGR deve é demitir-se ou ser demitido.
O Presidente da República não pode aceitar isto!
Basta de andar em Andorra a engraxar os pobres emigrantes portugueses que são escorraçados de Portugal pelas políticas miseráveis dos políticos portugueses!
Eu se fosse PR demitia já o PGR. Obrigava o PM a retirar-lhe a confiança e demita o PGR. E depois demitia Sócrates! "Obviamente, demito-o".
Até porque tenho uma enorme consideração pelos magistrados portugueses, que estão ofendidos pela manutenção do PGR.
Ninguém tenha disso dúvida!
Para mim, como membro do Povo e como advogado, o PGR tem de mostrar os despachos, até para ser responsabilizado, se for caso disso.
Do ponto de vista legal, o PGR está sujeito às normas que punem quem decide contra direito, favorecendo outrem.
Liquido e cristalino!
Temos de conhecer os despachos!
O PGR foi juiz do STJ mas como PGR não é livre para decidir de uma forma ou de outra.
Mesmo as decisões do STJ são sindicáveis no Tribunal Constitucional e no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem!
Então o PGR pode decidir como quer e pensa que nada nem ninguém o pode questionar?
Estamos no Zimbabwe ou quê?
Portugal virou estado ditatorial?
Sócrates não pode pensar que faz tudo e tem a PGR mais os magistrados maçóns a protegê-lo.!
Se assim for há que agir e alterar isto.
A PGR tem de fazer o que fazem em Itália : Investigar a máfia das lojas maçónicas.
Porque se assim não for vamos ter graves problemas.
Demissão do PGR, já!»
Segunda-feira, Março 08, 2010
«Há que investigar a riqueza de José Sócrates e investigar as lojas maçónicas do GOL
Todos sabem que eu não morro de amores por José Sócrates.
Desde logo não consigo perceber como José Sócrates é tão rico, mas aufere mensalmente menos que eu!
Sócrates sempre foi uma pessoa pobre.
Não passava de mero funcionário de uma Câmara Municipal. Com um vencimento baixissimo.
Depois não passava de mero deputado, com um vencimento baixo e que não dá para grandes voos.
Nem como secretário de estado ganhava algo que se visse.
De repente, José Sócrates e a sua família, aparecem como as debutantes nos bailes da Associação Comercial do Porto! Ricos, anafados!
Sócrates é imensamente rico, cliente da loja mais cara dos Estados Unidos, a comprar fatos de 50 mil dólares - isto num país em que há 40% de pobres! - a mãe que era empregada doméstica, passa a rica proprietária! Uma ofensa ao Povo Português!|
Depois temos Vale e Azevedo como vizinho de Sócrates, no mesmo prédio, e as manobras no Reino Unido para evitarem a extradição de Vale e Azevedo!
Isto aliado ao facto de se saber que o PM do Reino Unido é amigo do casal pai da miúda desaparecida no Algarve e que houve um ataque à PJ portuguesa, inacreditável, é obra!
Sócrates tem sido o pior PM da história portuguesa, mas a PGR tem agido como se sabe.
Todas as trapalhadas de José Sócrates têm esbarrado na PGR, dizendo até alguns que há protecção. Por mais indícios que haja, Sócrates safa-se sempre.
Tudo aponta para manobras da Maçonaria - uma organização criminosa no sub-mundo português - e o apoio do homem que negociava em marfim de sangue e em diamantes de sangue, que é Mário Soares, mais o filho aviador que caiu na Jamba.
~
Portugal está um lodaçal. Portugal é uma república de criminosos onde qualquer irmão da Maçonaria está livre.
António Vitorino fugiu aos impostos e deixou de ser ministro, mas é comentador!
Murteira Nabo parece que fugiu aos impostos, mas é importante!
Sócrates nem tem uma licenciatura limpa, verdadeira, mas é engº! Licencitaura de fim de semana, numa universidade gerida por gente que está acusada de crimes de organização criminosa, burla, falsificação de documentos!!! Na Assembleia da República Sócrates já era engº antes de ter qualquer curso, embora viciado. Até o site oficial do governo dizia que Sócrates era licenciado em "engenharia"!
Pobres assessores de Sócrates que nem sabem a diferença entre engenharia e engenheiria!
A PGR existe?
O PGR sabe o que está a fazer?
Basta de vigarices!
Os portugueses têm de deixar de ser carneiros.
Os políticos são apenas individuos!
O Procurador-Geral da República, que é um homem da confiança do PS, não pode impedir a Assembléia da República de conhecer os seus despachos.
Ou o PGR é o único na União Europeia que faz o que quer e age como quer sem controlo?
Basta o PGR arquivar sem ninguém poder reagir?
Que porcaria de ordem política e jurídica é esta?
Não pode ser.
O PGR deve é demitir-se ou ser demitido.
O Presidente da República não pode aceitar isto!
Basta de andar em Andorra a engraxar os pobres emigrantes portugueses que são escorraçados de Portugal pelas políticas miseráveis dos políticos portugueses!
Eu se fosse PR demitia já o PGR. Obrigava o PM a retirar-lhe a confiança e demita o PGR. E depois demitia Sócrates! "Obviamente, demito-o".
Até porque tenho uma enorme consideração pelos magistrados portugueses, que estão ofendidos pela manutenção do PGR.
Ninguém tenha disso dúvida!
Para mim, como membro do Povo e como advogado, o PGR tem de mostrar os despachos, até para ser responsabilizado, se for caso disso.
Do ponto de vista legal, o PGR está sujeito às normas que punem quem decide contra direito, favorecendo outrem.
Liquido e cristalino!
Temos de conhecer os despachos!
O PGR foi juiz do STJ mas como PGR não é livre para decidir de uma forma ou de outra.
Mesmo as decisões do STJ são sindicáveis no Tribunal Constitucional e no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem!
Então o PGR pode decidir como quer e pensa que nada nem ninguém o pode questionar?
Estamos no Zimbabwe ou quê?
Portugal virou estado ditatorial?
Sócrates não pode pensar que faz tudo e tem a PGR mais os magistrados maçóns a protegê-lo.!
Se assim for há que agir e alterar isto.
A PGR tem de fazer o que fazem em Itália : Investigar a máfia das lojas maçónicas.
Porque se assim não for vamos ter graves problemas.
Demissão do PGR, já!»
O verdadeiro Mário Soares...
Mário Soares, por António Marinho Pinto (in Diário do Centro, 2009)
MÁRIO SOARES
A polémica em torno das acusações das autoridades angolanas segundo as quais Mário Soares e seu filho João Soares seriam dos principais beneficiários do tráfico de diamantes e de marfim levados a cabo pela UNITA de Jonas Savimbi, tem sido conduzida na base de mistificações grosseiras sobre o comportamento daquelas figuras políticas nos últimos anos.
Espanta desde logo a intervenção pública da generalidade das figuras políticas do país, que vão desde o Presidente da República até ao deputado do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, passando pelo PP de Paulo Portas e Basílio Horta, pelo PSD de Durão Barroso e por toda a sorte de fazedores de opinião, jornalistas (ligados ou não à Fundação Mário Soares), pensadores profissionais, autarcas, «comendadores» e
comentadores de serviço, etc.
Tudo como se Mário Soares fosse uma virgem perdida no meio de um imenso bordel.
Sei que Mário Soares não é nenhuma virgem e que o país (apesar de tudo) não é nenhum bordel. Sei também que não gosto mesmo nada de Mário Soares e do filho João Soares, os quais se têm vindo a comportar politicamente como uma espécie de versão portuguesa da antiga dupla haitiana «Papa Doc» e «Baby Doc».
Vejamos então por que é que eu não gosto dele(s).
A primeira ideia que se agiganta sobre Mário Soares é que é um homem que não tem princípios mas sim fins.
É-lhe atribuída a célebre frase: «Em política, feio, feio, é perder».
São conhecidos também os seus zigue-zagues políticos desde antes do 25 de Abril.
Tentou negociar com Marcelo Caetano uma legalização do seu (e de seus amigos) agrupamento político, num gesto que mais não significava do que uma imensa traição a toda a oposição, mormente àquela que mais se empenhava na luta contra o fascismo.
JÁ DEPOIS DO 25 DE ABRIL, ASSUMIU-SE COMO O HOMEM DOS AMERICANOS E DA CIA EM PORTUGAL E NA PRÓPRIA INTERNACIONAL SOCIALISTA. Dos mesmos americanos
que acabavam de conceber, financiar e executar o golpe contra Salvador Allende no Chile e que colocara no poder Augusto Pinochet.
Mário Soares combateu o comunismo e os comunistas portugueses como nenhuma outra pessoa o fizera durante a revolução e FOI AMIGO DE NICOLAU CEAUCESCU, FIGURA QUE CHEGOU A APRESENTAR COMO MODELO A SER SEGUIDO PELOS COMUNISTAS PORTUGUESES.
Durante a revolução portuguesa andou a gritar nas ruas do país a palavra de ordem «Partido Socialista, Partido Marxista», mas mal se apanhou no poder meteu o socialismo na gaveta e nunca mais o tirou de lá. Os seus governos notabilizaram-se por três coisas: políticas abertamente de direita, a facilidade com que certos empresários ganhavam dinheiro e essa inovação da austeridade soarista (versão bloco central) que foram os salários em atraso.
INSULTO A UM JUIZ
Em Coimbra, onde veio uma vez como primeiro-ministro, foi confrontado com uma manifestação de trabalhadores com salários em atraso. Soares não gostou do que ouviu (chamaram-lhe o que Soares tem chamado aos governantes angolanos) e alguns trabalhadores foram presos por polícias zelosos. Mas, como não apresentou queixa (o tipo de crime em causa exigia a apresentação de queixa), o juiz não teve outro remédio senão libertar os detidos no próprio dia. Soares não gostou e insultou publicamente esse magistrado, o qual ainda apresentou queixa ao Conselho Superior da Magistratura contra Mário Soares, mas sua excelência não foi incomodado.
Na sequência, foi modificado o Código Penal, o que constituiu a primeira alteração de que foi alvo por exigência dos interesses pessoais de figuras políticas.
Soares é arrogante, pesporrento e malcriado. É conhecidíssima a frase que dirigiu, perante as câmaras de TV, a um agente da GNR em serviço que cumpria a missão de lhe fazer escolta enquanto presidente da República durante a Presidência aberta em Lisboa: «Ó Sr. Guarda! Desapareça!». Nunca, em Portugal, um agente da autoridade terá sido tão humilhado publicamente por um responsável político, como aquele pobre soldado da GNR.
Em minha opinião, Mário Soares nunca foi um verdadeiro democrata. Ou melhor é muito democrata se for ele a mandar. Quando não, acaba-se imediatamente a democracia. À sua volta não tem amigos, e ele sabe-o; tem pessoas que não pensam pela própria cabeça e que apenas fazem o que ele manda e quando ele manda. Só é amigo de quem lhe obedece. Quem ousar ter ideias próprias é triturado sem quaisquer contemplações.
Algumas das suas mais sólidas e antigas amizades ficaram pelo caminho quando ousaram pôr em causa os seus interesses ou ambições pessoais.
Soares é um homem de ódios pessoais sem limites, os quais sempre colocou acima dos interesses políticos do partido e do próprio país.
Em 1980, não hesitou em APOIAR OBJECTIVAMENTE O GENERAL SOARES CARNEIRO CONTRA EANES, NÃO POR RAZÕES POLÍTICAS MAS DEVIDO AO ÓDIO PESSOAL QUE NUTRIA PELO GENERAL RAMALHO EANES. E como o PS não alinhou nessa aventura que iria entregar a presidência da República a um general do antigo regime, Soares, em vez de acatar a decisão maioritária do seu partido, optou por demitir-se e passou a intrigar, a conspirar e a manipular as consciências dos militantes socialistas e de toda a sorte de oportunistas, não hesitando mesmo em espezinhar amigos de sempre como Francisco Salgado Zenha.
Confesso que não sei por que é que o séquito de prosélitos do soarismo (onde, lamentavelmente, parece ter-se incluído agora o actual presidente da República (Mário Soares), apareceram agora tão indignados com as declarações de governantes angolanos e estiveram tão calados quando da publicação do livro de Rui Mateus sobre Mário Soares. NA ALTURA TODOS METERAM A CABEÇA NA AREIA, INCLUINDO O PRÓPRIO CLÃ DOS SOARES, E NEM TUGIRAM NEM MUGIRAM, APESAR DE AS ACUSAÇÕES SEREM ENTÃO BEM MAIS GRAVES DO QUE AS DE AGORA. POR QUE É QUE JORGE SAMPAIO SE CALOU CONTRA AS «CALÚNIAS» DE RUI MATEUS?».
«DINHEIRO DE MACAU»
Anos mais tarde, um senhor que fora ministro de um governo chefiado por MÁRIO SOARES, ROSADO CORREIA, vinha de Macau para Portugal com um mala com dezenas de milhares de contos. *A proveniência do** dinheiro era tão pouco limpa que um membro do governo de Macau, ANTÓNIO VITORINO, foi a correr ao aeroporto tirar-lhe a mala à última hora.
Parece que se tratava de dinheiro que tinha sido obtido de empresários chineses com a promessa de benefícios indevidos por parte do governo de Macau. Para quem era esse dinheiro foi coisa que nunca ficou devidamente esclarecida. O caso EMAUDIO (e o célebre fax de Macau) é um episódio que envolve destacadíssimos soaristas, amigos íntimos de Mário Soares e altos dirigentes do PS da época soarista. MENANO DO AMARAL chegou a ser responsável pelas finanças do PS e Rui Mateus foi durante anos responsável pelas relações internacionais do partido, ou seja, pela angariação de fundos no estrangeiro.
Não haveria seguramente no PS ninguém em quem Soares depositasse mais confiança. Ainda hoje subsistem muitas dúvidas (e não só as lançadas pelo livro de Rui Mateus) sobre o verdadeiro destino dos financiamentos vindos de Macau. No entanto, em tribunal, os pretensos corruptores foram processualmente separados dos alegados corrompidos, com esta peculiaridade (que não é inédita) judicial: os pretensos corruptores foram condenados, enquanto os alegados corrompidos foram absolvidos.
Aliás, no que respeita a Macau só um país sem dignidade e um povo sem brio nem vergonha é que toleravam o que se passou nos últimos anos (e nos últimos dias) de administração portuguesa daquele território, com os chineses pura e simplesmente a chamar ladrões aos portugueses. E isso não foi só dirigido a alguns colaboradores de cartazes do MASP que a dada altura enxamearam aquele território. Esse epíteto chegou a ser dirigido aos mais altos representantes do Estado Português. Tudo por causa das fundações criadas para tirar dinheiro de Macau. Mas isso é outra história cujos verdadeiros contornos hão-de ser um dia conhecidos. Não foi só em Portugal que Mário Soares conviveu com pessoas pouco recomendáveis. Veja-se o caso de BETINO CRAXI, o líder do PS italiano, condenado a vários anos de prisão pelas autoridades judiciais do seu país, devido a graves crimes como corrupção. Soares fez questão de lhe manifestar publicamente solidariedade quando ele se refugiou na Tunísia.
Veja-se também a amizade com Filipe González, líder do Partido Socialista de Espanha que não encontrou melhor maneira para resolver o problema político do país Basco senão recorrer ao terrorismo, contratando os piores mercenários do lumpen e da extrema direita da Europa para assassinar militantes e simpatizantes da ETA.
Mário Soares utilizou o cargo de presidente da República para passear pelo estrangeiro como nunca ninguém fizera em Portugal. Ele, que tanta austeridade impôs aos trabalhadores portugueses enquanto primeiro-ministro, gastou, como Presidente da República, milhões de contos dos contribuintes portugueses em passeatas pelo mundo, com verdadeiros exércitos de amigos e prosélitos do soarismo, com destaque para jornalistas. São muitos desses «viajantes» que hoje se põem em bicos de pés a indignar-se pelas declarações dos governantes angolanos.
Enquanto Presidente da República, Soares abusou como ninguém das distinções honoríficas do Estado Português. Não há praticamente nenhum amigo que não tenha recebido uma condecoração, enquanto outros cidadãos, que tanto mereceram, não obtiveram qualquer distinção durante o seu «reinado». Um dos maiores vultos da resistência antifascista no meio universitário, e um dos mais notáveis académicos portugueses, perseguido pelo antigo regime, o Prof. Doutor Orlando de Carvalho, não foi merecedor, segundo Mário Soares, da Ordem da Liberdade. Mas alguns que até colaboraram com o antigo regime receberam as mais altas distinções. Orlando de Carvalho só veio a receber a Ordem da Liberdade depois de Soares deixar a Presidência da República, ou seja logo que Sampaio tomou posse. A razão foi só uma: Orlando de Carvalho nunca prestou vassalagem a Soares e Jorge Sampaio não fazia depender disso a atribuição de condecorações.
FUNDAÇÃO COM DINHEIROS PÚBLICOS
A pretexto de uns papéis pessoais cujo valor histórico ou cultural nunca ninguém sindicou, Soares decidiu fazer uma Fundação com o seu nome. Nada de mal se o fizesse com dinheiro seu, como seria normal.
Mas não; acabou por fazê-la com dinheiros públicos. SÓ O GOVERNO, DE UMA SÓ VEZ DEU-LHE 500 MIL CONTOS E A CÂMARA DE LISBOA, PRESIDIDA PELO SEU FILHO, DEU-LHE UM PRÉDIO NO VALOR DE CENTENAS DE MILHARES DE CONTOS. Nos Estados Unidos, na Inglaterra, na Alemanha ou em qualquer país em que as regras democráticas fossem minimamente respeitadas muita gente estaria, por isso, a contas com a justiça, incluindo os próprios Mário e João Soares e as respectivas carreiras políticas teriam aí terminado.
Tais práticas são absolutamente inadmissíveis num país que respeitasse o dinheiro extorquido aos contribuintes pelo fisco. Se os seus documentos pessoais tinham valor histórico Mário Soares deveria entregá-los a uma instituição pública, como a Torre do Tombo ou o Centro de Documentação 25 de Abril, por exemplo. Mas para isso era preciso que Soares fosse uma pessoa com humildade democrática e verdadeiro amor pela cultura. Mas não. Não eram preocupações culturais que motivaram Soares. O que ele pretendia era outra coisa. Porque as suas ambições não têm limites ele precisava de um instrumento de pressão sobre as instituições democráticas e dos órgãos de poder e de intromissão directa na vida política do país. A Fundação Mário Soares está a transformar-se num verdadeiro cancro da democracia portuguesa.»
O livro de Rui Mateus, que foi rapidamente retirado de mercado após a celeuma que causou em 1996 (há quem diga que "alguém" comprou toda a edição), está disponível em:
http://www.scribd.com/doc/12699901/Livro-Contos-Proibidos
ou http://ferrao.org/documentos/Livro_Contos_Proibidos.pdf
ou ainda
http://rapidshare.com/files/23967307/Livro_Contos_Proibidos.pdf
MÁRIO SOARES
A polémica em torno das acusações das autoridades angolanas segundo as quais Mário Soares e seu filho João Soares seriam dos principais beneficiários do tráfico de diamantes e de marfim levados a cabo pela UNITA de Jonas Savimbi, tem sido conduzida na base de mistificações grosseiras sobre o comportamento daquelas figuras políticas nos últimos anos.
Espanta desde logo a intervenção pública da generalidade das figuras políticas do país, que vão desde o Presidente da República até ao deputado do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, passando pelo PP de Paulo Portas e Basílio Horta, pelo PSD de Durão Barroso e por toda a sorte de fazedores de opinião, jornalistas (ligados ou não à Fundação Mário Soares), pensadores profissionais, autarcas, «comendadores» ecomentadores de serviço, etc.
Tudo como se Mário Soares fosse uma virgem perdida no meio de um imenso bordel.
Sei que Mário Soares não é nenhuma virgem e que o país (apesar de tudo) não é nenhum bordel. Sei também que não gosto mesmo nada de Mário Soares e do filho João Soares, os quais se têm vindo a comportar politicamente como uma espécie de versão portuguesa da antiga dupla haitiana «Papa Doc» e «Baby Doc».
Vejamos então por que é que eu não gosto dele(s).
A primeira ideia que se agiganta sobre Mário Soares é que é um homem que não tem princípios mas sim fins.
É-lhe atribuída a célebre frase: «Em política, feio, feio, é perder».
São conhecidos também os seus zigue-zagues políticos desde antes do 25 de Abril.
Tentou negociar com Marcelo Caetano uma legalização do seu (e de seus amigos) agrupamento político, num gesto que mais não significava do que uma imensa traição a toda a oposição, mormente àquela que mais se empenhava na luta contra o fascismo.
JÁ DEPOIS DO 25 DE ABRIL, ASSUMIU-SE COMO O HOMEM DOS AMERICANOS E DA CIA EM PORTUGAL E NA PRÓPRIA INTERNACIONAL SOCIALISTA. Dos mesmos americanos
que acabavam de conceber, financiar e executar o golpe contra Salvador Allende no Chile e que colocara no poder Augusto Pinochet.
Mário Soares combateu o comunismo e os comunistas portugueses como nenhuma outra pessoa o fizera durante a revolução e FOI AMIGO DE NICOLAU CEAUCESCU, FIGURA QUE CHEGOU A APRESENTAR COMO MODELO A SER SEGUIDO PELOS COMUNISTAS PORTUGUESES.
Durante a revolução portuguesa andou a gritar nas ruas do país a palavra de ordem «Partido Socialista, Partido Marxista», mas mal se apanhou no poder meteu o socialismo na gaveta e nunca mais o tirou de lá. Os seus governos notabilizaram-se por três coisas: políticas abertamente de direita, a facilidade com que certos empresários ganhavam dinheiro e essa inovação da austeridade soarista (versão bloco central) que foram os salários em atraso.
INSULTO A UM JUIZ
Em Coimbra, onde veio uma vez como primeiro-ministro, foi confrontado com uma manifestação de trabalhadores com salários em atraso. Soares não gostou do que ouviu (chamaram-lhe o que Soares tem chamado aos governantes angolanos) e alguns trabalhadores foram presos por polícias zelosos. Mas, como não apresentou queixa (o tipo de crime em causa exigia a apresentação de queixa), o juiz não teve outro remédio senão libertar os detidos no próprio dia. Soares não gostou e insultou publicamente esse magistrado, o qual ainda apresentou queixa ao Conselho Superior da Magistratura contra Mário Soares, mas sua excelência não foi incomodado.
Na sequência, foi modificado o Código Penal, o que constituiu a primeira alteração de que foi alvo por exigência dos interesses pessoais de figuras políticas.
Soares é arrogante, pesporrento e malcriado. É conhecidíssima a frase que dirigiu, perante as câmaras de TV, a um agente da GNR em serviço que cumpria a missão de lhe fazer escolta enquanto presidente da República durante a Presidência aberta em Lisboa: «Ó Sr. Guarda! Desapareça!». Nunca, em Portugal, um agente da autoridade terá sido tão humilhado publicamente por um responsável político, como aquele pobre soldado da GNR.
Em minha opinião, Mário Soares nunca foi um verdadeiro democrata. Ou melhor é muito democrata se for ele a mandar. Quando não, acaba-se imediatamente a democracia. À sua volta não tem amigos, e ele sabe-o; tem pessoas que não pensam pela própria cabeça e que apenas fazem o que ele manda e quando ele manda. Só é amigo de quem lhe obedece. Quem ousar ter ideias próprias é triturado sem quaisquer contemplações.
Algumas das suas mais sólidas e antigas amizades ficaram pelo caminho quando ousaram pôr em causa os seus interesses ou ambições pessoais.
Soares é um homem de ódios pessoais sem limites, os quais sempre colocou acima dos interesses políticos do partido e do próprio país.
Em 1980, não hesitou em APOIAR OBJECTIVAMENTE O GENERAL SOARES CARNEIRO CONTRA EANES, NÃO POR RAZÕES POLÍTICAS MAS DEVIDO AO ÓDIO PESSOAL QUE NUTRIA PELO GENERAL RAMALHO EANES. E como o PS não alinhou nessa aventura que iria entregar a presidência da República a um general do antigo regime, Soares, em vez de acatar a decisão maioritária do seu partido, optou por demitir-se e passou a intrigar, a conspirar e a manipular as consciências dos militantes socialistas e de toda a sorte de oportunistas, não hesitando mesmo em espezinhar amigos de sempre como Francisco Salgado Zenha.
Confesso que não sei por que é que o séquito de prosélitos do soarismo (onde, lamentavelmente, parece ter-se incluído agora o actual presidente da República (Mário Soares), apareceram agora tão indignados com as declarações de governantes angolanos e estiveram tão calados quando da publicação do livro de Rui Mateus sobre Mário Soares. NA ALTURA TODOS METERAM A CABEÇA NA AREIA, INCLUINDO O PRÓPRIO CLÃ DOS SOARES, E NEM TUGIRAM NEM MUGIRAM, APESAR DE AS ACUSAÇÕES SEREM ENTÃO BEM MAIS GRAVES DO QUE AS DE AGORA. POR QUE É QUE JORGE SAMPAIO SE CALOU CONTRA AS «CALÚNIAS» DE RUI MATEUS?».
«DINHEIRO DE MACAU»
Anos mais tarde, um senhor que fora ministro de um governo chefiado por MÁRIO SOARES, ROSADO CORREIA, vinha de Macau para Portugal com um mala com dezenas de milhares de contos. *A proveniência do** dinheiro era tão pouco limpa que um membro do governo de Macau, ANTÓNIO VITORINO, foi a correr ao aeroporto tirar-lhe a mala à última hora.
Parece que se tratava de dinheiro que tinha sido obtido de empresários chineses com a promessa de benefícios indevidos por parte do governo de Macau. Para quem era esse dinheiro foi coisa que nunca ficou devidamente esclarecida. O caso EMAUDIO (e o célebre fax de Macau) é um episódio que envolve destacadíssimos soaristas, amigos íntimos de Mário Soares e altos dirigentes do PS da época soarista. MENANO DO AMARAL chegou a ser responsável pelas finanças do PS e Rui Mateus foi durante anos responsável pelas relações internacionais do partido, ou seja, pela angariação de fundos no estrangeiro.
Não haveria seguramente no PS ninguém em quem Soares depositasse mais confiança. Ainda hoje subsistem muitas dúvidas (e não só as lançadas pelo livro de Rui Mateus) sobre o verdadeiro destino dos financiamentos vindos de Macau. No entanto, em tribunal, os pretensos corruptores foram processualmente separados dos alegados corrompidos, com esta peculiaridade (que não é inédita) judicial: os pretensos corruptores foram condenados, enquanto os alegados corrompidos foram absolvidos.
Aliás, no que respeita a Macau só um país sem dignidade e um povo sem brio nem vergonha é que toleravam o que se passou nos últimos anos (e nos últimos dias) de administração portuguesa daquele território, com os chineses pura e simplesmente a chamar ladrões aos portugueses. E isso não foi só dirigido a alguns colaboradores de cartazes do MASP que a dada altura enxamearam aquele território. Esse epíteto chegou a ser dirigido aos mais altos representantes do Estado Português. Tudo por causa das fundações criadas para tirar dinheiro de Macau. Mas isso é outra história cujos verdadeiros contornos hão-de ser um dia conhecidos. Não foi só em Portugal que Mário Soares conviveu com pessoas pouco recomendáveis. Veja-se o caso de BETINO CRAXI, o líder do PS italiano, condenado a vários anos de prisão pelas autoridades judiciais do seu país, devido a graves crimes como corrupção. Soares fez questão de lhe manifestar publicamente solidariedade quando ele se refugiou na Tunísia.
Veja-se também a amizade com Filipe González, líder do Partido Socialista de Espanha que não encontrou melhor maneira para resolver o problema político do país Basco senão recorrer ao terrorismo, contratando os piores mercenários do lumpen e da extrema direita da Europa para assassinar militantes e simpatizantes da ETA.
Mário Soares utilizou o cargo de presidente da República para passear pelo estrangeiro como nunca ninguém fizera em Portugal. Ele, que tanta austeridade impôs aos trabalhadores portugueses enquanto primeiro-ministro, gastou, como Presidente da República, milhões de contos dos contribuintes portugueses em passeatas pelo mundo, com verdadeiros exércitos de amigos e prosélitos do soarismo, com destaque para jornalistas. São muitos desses «viajantes» que hoje se põem em bicos de pés a indignar-se pelas declarações dos governantes angolanos.
Enquanto Presidente da República, Soares abusou como ninguém das distinções honoríficas do Estado Português. Não há praticamente nenhum amigo que não tenha recebido uma condecoração, enquanto outros cidadãos, que tanto mereceram, não obtiveram qualquer distinção durante o seu «reinado». Um dos maiores vultos da resistência antifascista no meio universitário, e um dos mais notáveis académicos portugueses, perseguido pelo antigo regime, o Prof. Doutor Orlando de Carvalho, não foi merecedor, segundo Mário Soares, da Ordem da Liberdade. Mas alguns que até colaboraram com o antigo regime receberam as mais altas distinções. Orlando de Carvalho só veio a receber a Ordem da Liberdade depois de Soares deixar a Presidência da República, ou seja logo que Sampaio tomou posse. A razão foi só uma: Orlando de Carvalho nunca prestou vassalagem a Soares e Jorge Sampaio não fazia depender disso a atribuição de condecorações.
FUNDAÇÃO COM DINHEIROS PÚBLICOS
A pretexto de uns papéis pessoais cujo valor histórico ou cultural nunca ninguém sindicou, Soares decidiu fazer uma Fundação com o seu nome. Nada de mal se o fizesse com dinheiro seu, como seria normal.
Mas não; acabou por fazê-la com dinheiros públicos. SÓ O GOVERNO, DE UMA SÓ VEZ DEU-LHE 500 MIL CONTOS E A CÂMARA DE LISBOA, PRESIDIDA PELO SEU FILHO, DEU-LHE UM PRÉDIO NO VALOR DE CENTENAS DE MILHARES DE CONTOS. Nos Estados Unidos, na Inglaterra, na Alemanha ou em qualquer país em que as regras democráticas fossem minimamente respeitadas muita gente estaria, por isso, a contas com a justiça, incluindo os próprios Mário e João Soares e as respectivas carreiras políticas teriam aí terminado.
Tais práticas são absolutamente inadmissíveis num país que respeitasse o dinheiro extorquido aos contribuintes pelo fisco. Se os seus documentos pessoais tinham valor histórico Mário Soares deveria entregá-los a uma instituição pública, como a Torre do Tombo ou o Centro de Documentação 25 de Abril, por exemplo. Mas para isso era preciso que Soares fosse uma pessoa com humildade democrática e verdadeiro amor pela cultura. Mas não. Não eram preocupações culturais que motivaram Soares. O que ele pretendia era outra coisa. Porque as suas ambições não têm limites ele precisava de um instrumento de pressão sobre as instituições democráticas e dos órgãos de poder e de intromissão directa na vida política do país. A Fundação Mário Soares está a transformar-se num verdadeiro cancro da democracia portuguesa.»
O livro de Rui Mateus, que foi rapidamente retirado de mercado após a celeuma que causou em 1996 (há quem diga que "alguém" comprou toda a edição), está disponível em:
http://www.scribd.com/doc/12699901/Livro-Contos-Proibidos
ou http://ferrao.org/documentos/Livro_Contos_Proibidos.pdf
ou ainda
http://rapidshare.com/files/23967307/Livro_Contos_Proibidos.pdf
domingo, 14 de março de 2010
Jobs for the boys, versão Lourinhã
Carta aberta de Raquel Mendes (psicóloga), a denunciar mais um escândalo deste nosso pseudo-governo:
«Caro(a)s amigo(a)s
Venho por este meio reportar uma situação que penso pertinente de ser tornada pública.
Eu, Raquel Mendes, sou psicóloga e faço parte duma Associação de apoio social, sem fins lucrativos, na Lourinhã (Associação de apoio psicológico e psicopedagógico Novos Sábios).
A titulo voluntário e gratuito, há já 3 anos consecutivos que disponibilizo os meus serviços de psicóloga (4 horas semanais) à Escola Básica EB2,3 Dr. João das Regras, na Lourinhã, escola sede do Agrupamento de Escolas D. Lourenço Vicente, naquele município.
A escola sempre teve conhecimento do meu desejo de, se e quando houvesse disponibilidade de verba para tal, ser remunerada pelo meu trabalho, aspiração que penso ser legítima - e muitas vezes fizeram crer que tal aconteceria, se houvesse condições. No entanto a actual direcção diz desconhecer tal facto.
No dia 24 de Fevereiro fui informada de que a Escola (como sede do Agrupamento) tinha contratado os serviços de um psicólogo (serviços remunerados - 12 horas semanais), utilizando verbas de que o Agrupamento dispõe para Assessoria.
Segundo informação do psicólogo contratado, este foi convidado pelo Presidente do Agrupamento (Dr. Pedro Damião) para apoiar o Agrupamento no qual a Escola se insere, devido à falta de técnicos nesta área.
Aparentemente, este facto nada de novo traz, apenas a confirmação de que quem tem amigos tem tudo. No entanto , dado que eu estou lá - sem qualquer remuneração - parecia mais lógico fazerem-me a proposta a mim, dado que sempre elogiaram o meu trabalho.
Reforçando a ideia, se há assim tanta necessidade de técnicos, e verba para os contratar, seria natural, penso, que tivessem falado comigo, de forma a negociarmos um possível aumento do meu horário na Escola, e o alargamento subsequente do meu apoio às restantes escolas do Agrupamento.
Quando confrontei um elemento da direcção executiva sobre esta situação a resposta foi - "nós não sabiamos que a Dra estava interessada" (bizarro!)
Será que tenho que fazer como o Mário Crespo e andar por aí com uma T-shirt dizendo "Também quero ser remunerada"?
Será que os meus serviços só servem porque são gratuitos?
O que mais me intriga é o facto de o psicólogo contratado pelo Agrupamento (Dr. Miguel Jorge Carvalho) ser filho da Dr.ª Ana Jorge (Ministra da Saúde). Tratar-se-á de mais uma instância dos "jobs for the boys"?
Obrigada pela vossa atenção
Raquel Mendes»
«Caro(a)s amigo(a)s
Venho por este meio reportar uma situação que penso pertinente de ser tornada pública.
Eu, Raquel Mendes, sou psicóloga e faço parte duma Associação de apoio social, sem fins lucrativos, na Lourinhã (Associação de apoio psicológico e psicopedagógico Novos Sábios).
A titulo voluntário e gratuito, há já 3 anos consecutivos que disponibilizo os meus serviços de psicóloga (4 horas semanais) à Escola Básica EB2,3 Dr. João das Regras, na Lourinhã, escola sede do Agrupamento de Escolas D. Lourenço Vicente, naquele município.
A escola sempre teve conhecimento do meu desejo de, se e quando houvesse disponibilidade de verba para tal, ser remunerada pelo meu trabalho, aspiração que penso ser legítima - e muitas vezes fizeram crer que tal aconteceria, se houvesse condições. No entanto a actual direcção diz desconhecer tal facto.
No dia 24 de Fevereiro fui informada de que a Escola (como sede do Agrupamento) tinha contratado os serviços de um psicólogo (serviços remunerados - 12 horas semanais), utilizando verbas de que o Agrupamento dispõe para Assessoria.
Segundo informação do psicólogo contratado, este foi convidado pelo Presidente do Agrupamento (Dr. Pedro Damião) para apoiar o Agrupamento no qual a Escola se insere, devido à falta de técnicos nesta área.
Aparentemente, este facto nada de novo traz, apenas a confirmação de que quem tem amigos tem tudo. No entanto , dado que eu estou lá - sem qualquer remuneração - parecia mais lógico fazerem-me a proposta a mim, dado que sempre elogiaram o meu trabalho.
Reforçando a ideia, se há assim tanta necessidade de técnicos, e verba para os contratar, seria natural, penso, que tivessem falado comigo, de forma a negociarmos um possível aumento do meu horário na Escola, e o alargamento subsequente do meu apoio às restantes escolas do Agrupamento.
Quando confrontei um elemento da direcção executiva sobre esta situação a resposta foi - "nós não sabiamos que a Dra estava interessada" (bizarro!)
Será que tenho que fazer como o Mário Crespo e andar por aí com uma T-shirt dizendo "Também quero ser remunerada"?
Será que os meus serviços só servem porque são gratuitos?
O que mais me intriga é o facto de o psicólogo contratado pelo Agrupamento (Dr. Miguel Jorge Carvalho) ser filho da Dr.ª Ana Jorge (Ministra da Saúde). Tratar-se-á de mais uma instância dos "jobs for the boys"?
Obrigada pela vossa atenção
Raquel Mendes»
quinta-feira, 11 de março de 2010
Quem pensamos enganar !!!
“Portugal é uma preocupação para nós“, declarou a FITCH, após terem
sido divulgadas as linhas gerais do PEC.
Os responsáveis daquela agência , com efeito, mostraram-se preocupados
com a abordagem do governo português para reduzir o déficite e o fraco
crescimento económico do país. No fundo, expressaram aquilo que, de um
modo geral, internamente, todos perceberam (também o governo,
seguramente!): o PEC será mais um plano de estabilidade (duvidosa) do
que de crescimento. Desde logo, pressupõe, para que se atinja a
almejada “consolidação orçamental”, um acréscimo de receitas públicas
resultante de um tão ambicioso, quanto irrealista, crescimento de 36%
do PIB, até 2013. Obviamente, basta olhar para o histórico das
perfomances da economia nacional – nomeadamente, para o crescimento
zero que se verificou na última década - para que se sinta preocupação
perante este PEC. Preocupação será, de um modo simpático, o mínimo que
se poderá dizer!
Curioso é que essa preocupação não seja partilhada por Vitor
Constâncio: para o ainda governador do Banco de Portugal e ao
contrário da FITCH, o PEC consagra “medidas adequadas ao objectivo“.
Seria interessante, como mero exercício académico, pensar-se que
“rating” merecerá o Banco de Portugal….
sido divulgadas as linhas gerais do PEC.
Os responsáveis daquela agência , com efeito, mostraram-se preocupados
com a abordagem do governo português para reduzir o déficite e o fraco
crescimento económico do país. No fundo, expressaram aquilo que, de um
modo geral, internamente, todos perceberam (também o governo,
seguramente!): o PEC será mais um plano de estabilidade (duvidosa) do
que de crescimento. Desde logo, pressupõe, para que se atinja a
almejada “consolidação orçamental”, um acréscimo de receitas públicas
resultante de um tão ambicioso, quanto irrealista, crescimento de 36%
do PIB, até 2013. Obviamente, basta olhar para o histórico das
perfomances da economia nacional – nomeadamente, para o crescimento
zero que se verificou na última década - para que se sinta preocupação
perante este PEC. Preocupação será, de um modo simpático, o mínimo que
se poderá dizer!
Curioso é que essa preocupação não seja partilhada por Vitor
Constâncio: para o ainda governador do Banco de Portugal e ao
contrário da FITCH, o PEC consagra “medidas adequadas ao objectivo“.
Seria interessante, como mero exercício académico, pensar-se que
“rating” merecerá o Banco de Portugal….
terça-feira, 9 de março de 2010
Qualidade de vida... do rendimento mínimo!!!
Carta redigida por um otário:
«Qualidade de vida é receber 800 € mensais (ou mais) para não fazer
nada.
Qualidade de vida é levantar á hora que se quer porque os outros
trabalham para ele.
Qualidade de vida, é ter como única preocupação escolher a
pastelaria onde vai tomar o pequeno-almoço e fumar as suas
cigarradas, pagos com os impostos dos outros.
Qualidade de vida é ter uma casa paga pelos impostos dos outros,
cuja manutenção é paga pelos impostos dos outros, é não ter
preocupações com o condomínio, com o IMI, com SPREAD´S, com
taxas de juro, com declaração de IRS.
Qualidade de vida é ter tempo para levar os filhos á escola, é ter
tempo para ir buscar os filhos á escola, é poder (não significa
querer) ter todo o tempo do mundo para acarinhar, apoiar, educar e
estar na companhia dos seus filhos.
Qualidade de vida é não correr o risco de chegar a casa irritado,
porque o dia de trabalho não correu muito bem e por isso não ter a
paciência necessária para apoiar os filhos nos trabalhos da escola.
Qualidade de vida é não ter que pagar 250€ de mensalidade de
infantário, porque mais uma vez é pago pelos impostos dos outros.
Qualidade de vida, é ainda receber gratuitamente e pago com os
impostos dos que trabalham o computador Magalhães que de
seguida vai vender na feira de Custóias, é receber gratuitamente
todo o material didáctico necessário para o ano escolar dos seus
filhos, e ainda achar que é pouco.
Qualidade de vida é ter as ditas instituições de solidariedade social,
que se preocupam em angariar alimentos doados pelos que pagam
impostos, para lhos levar a casa, porque, qualidade de vida é
também nem se quer se dar ao trabalho de os ir buscar.
Qualidade de vida é não ter preocupação nenhuma excepto, saber o
dia em que chega o carteiro com o cheque do rendimento mínimo.
Qualidade de vida é poder sentar no sofá sempre que lhe apetece e
dizer “ TRABALHAI OTÁRIOS QUE EU PRECISO DE SER SUSTENTADO”.
Qualidade de vida é não ter despesas quase nenhumas, e por isso
ter mais dinheiro disponível durante o mês, do que os tais OTÀRIOS
que trabalham para ele.
Qualidade de vida é ainda ter tempo disponível para GAMAR uns
auto-rádios, GAMAR uns carritos e ALIVIAR umas residências desses
OTÀRIOS que estão ocupados a trabalhar OU ASSALTAR uma
ourivesaria.
Qualidade de vida é ter tudo isto, e ainda ter uma CAMBADA DE
HIPÓCRITAS a defende-lo todos os dias nos tribunais, na televisão,
nos jornais.
Isto sim, isto é qualidade de vida.
Ass: UM OTÁRIO»
«Qualidade de vida é receber 800 € mensais (ou mais) para não fazer
nada.
Qualidade de vida é levantar á hora que se quer porque os outros
trabalham para ele.
Qualidade de vida, é ter como única preocupação escolher a
pastelaria onde vai tomar o pequeno-almoço e fumar as suas
cigarradas, pagos com os impostos dos outros.
Qualidade de vida é ter uma casa paga pelos impostos dos outros,
cuja manutenção é paga pelos impostos dos outros, é não ter
preocupações com o condomínio, com o IMI, com SPREAD´S, com
taxas de juro, com declaração de IRS.
Qualidade de vida é ter tempo para levar os filhos á escola, é ter
tempo para ir buscar os filhos á escola, é poder (não significa
querer) ter todo o tempo do mundo para acarinhar, apoiar, educar e
estar na companhia dos seus filhos.
Qualidade de vida é não correr o risco de chegar a casa irritado,
porque o dia de trabalho não correu muito bem e por isso não ter a
paciência necessária para apoiar os filhos nos trabalhos da escola.
Qualidade de vida é não ter que pagar 250€ de mensalidade de
infantário, porque mais uma vez é pago pelos impostos dos outros.
Qualidade de vida, é ainda receber gratuitamente e pago com os
impostos dos que trabalham o computador Magalhães que de
seguida vai vender na feira de Custóias, é receber gratuitamente
todo o material didáctico necessário para o ano escolar dos seus
filhos, e ainda achar que é pouco.
Qualidade de vida é ter as ditas instituições de solidariedade social,
que se preocupam em angariar alimentos doados pelos que pagam
impostos, para lhos levar a casa, porque, qualidade de vida é
também nem se quer se dar ao trabalho de os ir buscar.
Qualidade de vida é não ter preocupação nenhuma excepto, saber o
dia em que chega o carteiro com o cheque do rendimento mínimo.
Qualidade de vida é poder sentar no sofá sempre que lhe apetece e
dizer “ TRABALHAI OTÁRIOS QUE EU PRECISO DE SER SUSTENTADO”.
Qualidade de vida é não ter despesas quase nenhumas, e por isso
ter mais dinheiro disponível durante o mês, do que os tais OTÀRIOS
que trabalham para ele.
Qualidade de vida é ainda ter tempo disponível para GAMAR uns
auto-rádios, GAMAR uns carritos e ALIVIAR umas residências desses
OTÀRIOS que estão ocupados a trabalhar OU ASSALTAR uma
ourivesaria.
Qualidade de vida é ter tudo isto, e ainda ter uma CAMBADA DE
HIPÓCRITAS a defende-lo todos os dias nos tribunais, na televisão,
nos jornais.
Isto sim, isto é qualidade de vida.
Ass: UM OTÁRIO»
Outro escândalo... Denunciar é exercer a cidadania...
SERÁ VERDADE?
Empresas com dinheiro do Estado, nosso dinheiro, são albergues para os boys e as girls que, para sobreviver precisam do «apoio» do Governo de corruptos.
QUEM É ESTA FULANA?
220.000 contos/ ano ou 15.700 contos/Mês
...A NOVA CEO da EDP Renováveis
...que só vai dar dividendos em 2020!!!
ESPALHEM MAIS ESTE ESCÂNDALO:
Salário Multi-Milionário
Com uma remuneração anual fixa de 384 mil euros (cerca de 77.000 contos) para 2008, à qual acresce uma contribuição para o plano de pensão e ainda um prémio anual e um prémio plurianual para períodos de três anos, cada um dos quais até uma verba máxima de 100% do salário base.
Ou seja, se todos os seus objectivos de desempenho forem cumpridos, Ana Maria Fernandes receberá mais de 1,1 milhão de euros (220.000 contos) no seu primeiro ano como presidente de EDP Renováveis após a entrada da empresa na bolsa. Os valores mencionados constam do contracto de admissão.
Comentário de Júlia P. Brito
«Por onde anda o nosso dinheiro
São quase 200 salários mínimos ou seja são precisos 200 portugueses com o salário mínimo para perfazerem o vencimento de um só trabalhador. Como é possível ? É pior do que no Futebol. Assim a EDP obriga os clientes a pagar os erros da sua gestão, como nas dívidas incobráveis que quer exigir aos pagadores honestos.
...e depois Portugal continua a aumentar o nº de pessoas pobres (que já vai em 22% da população). Continuamos a perguntar: Que país é este ?
...e estes "ladrões" que tanto se defendiam dizendo que no "tempo da outra senhora" era isto e aquilo. Para quê ? Para justificarem os seus "assaltos" continuados e quase descarados ? Só se um regime dito democrático também é isto ! Não será também por estes exemplos (que vêm de cima) que outro tipo de ladrões anda agora por aí, com grande força?»
Empresas com dinheiro do Estado, nosso dinheiro, são albergues para os boys e as girls que, para sobreviver precisam do «apoio» do Governo de corruptos.
QUEM É ESTA FULANA?
220.000 contos/ ano ou 15.700 contos/Mês...A NOVA CEO da EDP Renováveis
...que só vai dar dividendos em 2020!!!
ESPALHEM MAIS ESTE ESCÂNDALO:
Salário Multi-Milionário
Com uma remuneração anual fixa de 384 mil euros (cerca de 77.000 contos) para 2008, à qual acresce uma contribuição para o plano de pensão e ainda um prémio anual e um prémio plurianual para períodos de três anos, cada um dos quais até uma verba máxima de 100% do salário base.
Ou seja, se todos os seus objectivos de desempenho forem cumpridos, Ana Maria Fernandes receberá mais de 1,1 milhão de euros (220.000 contos) no seu primeiro ano como presidente de EDP Renováveis após a entrada da empresa na bolsa. Os valores mencionados constam do contracto de admissão.
Comentário de Júlia P. Brito
«Por onde anda o nosso dinheiro
São quase 200 salários mínimos ou seja são precisos 200 portugueses com o salário mínimo para perfazerem o vencimento de um só trabalhador. Como é possível ? É pior do que no Futebol. Assim a EDP obriga os clientes a pagar os erros da sua gestão, como nas dívidas incobráveis que quer exigir aos pagadores honestos.
...e depois Portugal continua a aumentar o nº de pessoas pobres (que já vai em 22% da população). Continuamos a perguntar: Que país é este ?
...e estes "ladrões" que tanto se defendiam dizendo que no "tempo da outra senhora" era isto e aquilo. Para quê ? Para justificarem os seus "assaltos" continuados e quase descarados ? Só se um regime dito democrático também é isto ! Não será também por estes exemplos (que vêm de cima) que outro tipo de ladrões anda agora por aí, com grande força?»
Mais um gamanço!!!
Assunto: GamançoA senhora deputada pelo PS, sra. dona Inês de Medeiros anda a viver à pala de todos nós. E também é mentirosa.
Inês de Medeiros, moradora na rua de Santa Catarina, em Lisboa, foi eleita deputada à Assembleia da República pelo círculo de Lisboa.
Agora, diz ( mente) que mora em Paris e quer que eu (e tu, amigo leitor, e tu) lhe pague uma viagem semanal de ida e volta para Paris. Em Classe Executiva, claro está, que a classe económica não faz jus à sua categoria (se fosse ela a pagar, até em «low-cost» viajava; como sou eu a pagar, tem de ir em Executiva).
Diz que os filhos estão lá a viver. E que tenho eu com isso?
O PS, como seria de esperar, está a usar todas as artimanhas para ver se passa. Equipará-la a deputada eleita pelo círculo da Europa foi a proposta do inefável José Lello. E no final, claro que eu – e tu, amigo leitor, e tu – vou pagar as viagens a mais uma que anda a parasitar o Erário público. Diz que é para ver os filhos que moram em Paris. E se morassem nas Seychelles, eu também tinha de pagar?
domingo, 28 de fevereiro de 2010
A melhor do mês!!!
Sabem porque é que está tempo de chuva???
Porque o Sócrates não quis deixar sair o SOL!
Porque o Sócrates não quis deixar sair o SOL!
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