Quando o Papa Paulo VI veio a Portugal , vivíamos em 'ditadura', sendo o 1º ministro António de Oliveira Salazar.
- O Papa perguntou-lhe qual o motivo de ter tantos ministros, obtendo a seguinte resposta:
- Santidade, Jesus tinha 12 apóstolos, eu tenho 12 ministros.
- Em 2010, quando o Papa Bento XVI visitar Portugal e perguntar ao 1ºministro para quê 40 ministros e secretários de estado, Sócrates, certamente, responderá:
- Bem, Santidade... Ali Baba tinha 40 ladrões!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Manuel Alegre o Desertor
ISTO DEVE SER LIDOE ENTENDAM BEM O QUE SERÁ ACEITAR UM DESERTOR COMO COMANDANTE SUPREMO DAS FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS.
TUDO PODE SER POSSÍVEL NESTE PAÍS..................... VEREMOS NO FUTURO.
Manuel Alegre - um DESERTOR
Senhora D. Maria Celeste Amado
Muito obrigado pelo seu concordante comentário sobre a potencial candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República. Teria preferido, a bem da nossa Nação, que o seu comentário fosse no sentido de me provar que estou errado, o que, lamentavelmente eu não vou ouvir de ninguém. Sabe, o que mais me incomoda é que, com 2 filhos e 6 netos, olho para o meu "prazo de validade" a chegar ao fim e sei que vou morrer com a angústia de lhes deixar um País, uma Nação, governados por aquilo que já o nosso saudoso Rei D. Pedro V - infelizmente morto na flor da idade - descrevia, na sua correspondência para o seu tio Alberto, marido da Rainha Vitória de Inglaterra, como uma "canalhocracia". E inquieta-me profundamente que, desse último quartel do século XIX até aos nossos dias, não só nada tenha mudado para melhor, como a imunda República que nos governa, cujo primeiro centenário que este ano os socialistas irão celebrar e que custará aos contribuintes DEZ MILHÕES DE EUROS, tenha, pela sua prática política, legitimado que possamos dizer, hoje, que não é mais uma canalhocracia que nos governa, mas sim (e salvo raras e honrosas excepções) uma "quadrilhocracia". Na minha qualidade de cidadão em uniforme que dedicou à nossa Pátria os melhores anos de toda a sua vida, a troco de um prato de lentilhas, já vi quase de tudo e, como anteriormente afirmei, só me falta ver Manuel Alegre - um DESERTOR - eleito PRESIDENTE DA REPÚBLICA e, nessa qualidade e por inerência do cargo, como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas. Espero que os portugueses acordem antes que tal possa acontecer. Cordialmente,
Fernando Paula Vicente
Maj-General da FAP (Ref.)
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Frase da semana
Quando o vizinho perde o emprego é recessão...
Quando perco o meu é uma crise...
Quando o Sócrates perder o dele é recuperação...
Quando perco o meu é uma crise...
Quando o Sócrates perder o dele é recuperação...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Outra vez não
Outra vez, não!
(Mário Crespo)
A compra da TVI e agora o caso de Marcelo Rebelo de Sousa mostram que
afinal Manuela Ferreira tinha toda a razão. Quando a líder do PSD o
denunciou, estávamos de facto a viver um processo de "asfixia
democrática" com este socialismo que José Sócrates reinventa
constantemente. Hoje o garrote apertou-se muito mais. Ridicularizámos
Ferreira Leite pelos avisos desconfortáveis e inconvenientes. No
estado de torpor em que caímos provavelmente reagiríamos com idêntica
abulia ao discurso da Cortina de Ferro de Winston Churchill quando o
mundo foi alertado para a ameaça do totalitarismo soviético que
ninguém queria ver. Hoje, quando se compram estações para silenciar
noticiários e se afastam comentadores influentes e incómodos da TV do
Estado, chegou a altura de constatar que isto já nem sequer é o
princípio do fim da liberdade. É mesmo o fim da liberdade que foi
desfigurada e exige que se lute por ela. O regime já não sente
necessidade de ter tacto nas suas práticas censórias. Não se preocupa
sequer em assegurar uma margem de recuo nos absurdos que pratica com a
sua gestão directa de conteúdos mediáticos. Actua com a brutalidade de
qualquer Pavlovitch Beria, Joseff Goebbels ou António Ferro. Se este
regime não tem o SNI ou o Secretariado Nacional de Propaganda, criou a
ERC e continua com a RTP, dominadas por pessoas capazes de ler os mais
subtis desejos do poder e a aplicá-los do modo mais servil. Sejam eles
deixar que as delongas processuais nas investigações dos
comportamentos da TVI e da ONGOING se espraiem pelos oceanos
sufocantes do torpor burocrático, seja a lavrar doutrina pioneira
sobre a significância semiótica do "gestalt" de jornalistas de
televisão que se atrevam a ser críticos do regime, seja a criar todas
as condições para a prática de censura no comentário político, como é
o caso Marcelo Rebelo de Sousa. Desta vez, foi muito mais grave do que
o que lhe aconteceu na TVI com Pais do Amaral. Na altura o Professor
Marcelo saiu pelo seu pé quando achou intolerável um reparo sobre os
conteúdos dos seus comentários. Agora, com o característico
voluntarismo do regime de Sócrates, foi despedido pelo conteúdo desses
comentários. Nesta fase já não é exagerado falar-se da "deriva
totalitária" que Manuela Ferreira Leite detectou. É um dever
denunciá-la e lutar contra ela. O regime de Sócrates, incapaz de lidar
com as realidades que criou, vai continuar a tentar manipulá-las com
as suas "novilínguas" e esmagando todo o "duplipensar" como Orwell
descreve no "1984". Está já entre nós a asfixia democrática e a deriva
totalitária. Na DREN, na RTP, na ERC, na TVI e noutros stios. Como
disse Sir Winston no discurso da Cortina de Ferro: "We surely, ladies
and gentlemen, I put it to you, surely, we must not let it happen
again", o que quer apenas dizer: outra vez não!
(Mário Crespo)
A compra da TVI e agora o caso de Marcelo Rebelo de Sousa mostram que
afinal Manuela Ferreira tinha toda a razão. Quando a líder do PSD o
denunciou, estávamos de facto a viver um processo de "asfixia
democrática" com este socialismo que José Sócrates reinventa
constantemente. Hoje o garrote apertou-se muito mais. Ridicularizámos
Ferreira Leite pelos avisos desconfortáveis e inconvenientes. No
estado de torpor em que caímos provavelmente reagiríamos com idêntica
abulia ao discurso da Cortina de Ferro de Winston Churchill quando o
mundo foi alertado para a ameaça do totalitarismo soviético que
ninguém queria ver. Hoje, quando se compram estações para silenciar
noticiários e se afastam comentadores influentes e incómodos da TV do
Estado, chegou a altura de constatar que isto já nem sequer é o
princípio do fim da liberdade. É mesmo o fim da liberdade que foi
desfigurada e exige que se lute por ela. O regime já não sente
necessidade de ter tacto nas suas práticas censórias. Não se preocupa
sequer em assegurar uma margem de recuo nos absurdos que pratica com a
sua gestão directa de conteúdos mediáticos. Actua com a brutalidade de
qualquer Pavlovitch Beria, Joseff Goebbels ou António Ferro. Se este
regime não tem o SNI ou o Secretariado Nacional de Propaganda, criou a
ERC e continua com a RTP, dominadas por pessoas capazes de ler os mais
subtis desejos do poder e a aplicá-los do modo mais servil. Sejam eles
deixar que as delongas processuais nas investigações dos
comportamentos da TVI e da ONGOING se espraiem pelos oceanos
sufocantes do torpor burocrático, seja a lavrar doutrina pioneira
sobre a significância semiótica do "gestalt" de jornalistas de
televisão que se atrevam a ser críticos do regime, seja a criar todas
as condições para a prática de censura no comentário político, como é
o caso Marcelo Rebelo de Sousa. Desta vez, foi muito mais grave do que
o que lhe aconteceu na TVI com Pais do Amaral. Na altura o Professor
Marcelo saiu pelo seu pé quando achou intolerável um reparo sobre os
conteúdos dos seus comentários. Agora, com o característico
voluntarismo do regime de Sócrates, foi despedido pelo conteúdo desses
comentários. Nesta fase já não é exagerado falar-se da "deriva
totalitária" que Manuela Ferreira Leite detectou. É um dever
denunciá-la e lutar contra ela. O regime de Sócrates, incapaz de lidar
com as realidades que criou, vai continuar a tentar manipulá-las com
as suas "novilínguas" e esmagando todo o "duplipensar" como Orwell
descreve no "1984". Está já entre nós a asfixia democrática e a deriva
totalitária. Na DREN, na RTP, na ERC, na TVI e noutros stios. Como
disse Sir Winston no discurso da Cortina de Ferro: "We surely, ladies
and gentlemen, I put it to you, surely, we must not let it happen
again", o que quer apenas dizer: outra vez não!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A Frase da Semana
Se a Grécia entrar em bancarrota, Portugal não dura mais que umas semanas...
Recomendamos vivamente a leitura deste artigo retirado do jornal I:«De acordo com as notícias desta semana, o governo está empenhado na actualização do regime jurídico do casamento. O PSD está empenhado em ouvir escutas telefónicas para aferir o carácter moral do primeiro-ministro. O PCP e o BE estão empenhados em que os mesmos magistrados que não conseguem guardar o segredo de justiça possam ter acesso às contas bancárias de qualquer pessoa, e a persigam se acharem que ela tem mais dinheiro do que devia. O CDS-PP está empenhado em tornar-se imprescindível nos jogos políticos da Assembleia da República. E os deputados estão empenhados em insultarem-se uns aos outros.
Se me permitem, e se não os distraio demasiado destes afazeres, gostava de recordar aos nossos governantes uns pequenos detalhes. 548 mil portugueses estão desempregados. Cerca de 1,850 milhões de portugueses recebem pensão de velhice, 300 mil recebem pensão de invalidez, e 380 mil recebem o rendimento social de inserção. Para apoiar estes 3,078 milhões de portugueses, trabalham somente 5,020 milhões de portugueses. Por sua vez, a remuneração mensal média de um trabalhador, depois de impostos, está algures entre os 720 e os 820 euros. Na população activa, por cada pessoa com um curso superior, existem duas pessoas que têm menos do que a quarta classe.
Talvez estes detalhes da vida das pessoas não sejam demasiado importantes para quem tem o olho na Europa. Mas, em Outubro, Portugal só exportou 2856 milhões de euros em bens; importou 4502 milhões. A riqueza que produzimos num ano não chega para pagar o que devemos aos estrangeiros. De bons alunos vaidosos nas cimeiras internacionais, seria bom que os nossos líderes se preparassem para o novo papel de convidado que foge para a casa de banho quando se aproxima um credor.
Quatro países na UE estão com problemas financeiros semelhantes aos de Portugal, de acordo com as taxas de juro que têm de pagar aos credores. O Reino Unido e a Irlanda responderam com medidas dolorosas, que na Irlanda incluem cortes no salário dos funcionários públicos até 20%. A Grécia e a Itália, tal como Portugal, preferem assobiar para o lado. Os especuladores já começaram a atacar a dívida grega e fala-se do risco iminente de bancarrota do país. Se a Grécia cair, Portugal não dura mais que umas semanas.
Eu sei que, infelizmente, muitos comentadores estão há décadas a anunciar o fim da nossa economia, pelo que os governantes estão habituados a ignorar estes avisos. Mas depois de olhar para estes factos, como é que quem jurou servir Portugal pode passar o tempo a distinguir uniões de facto e casamentos, ou obcecado em saber se José Sócrates trata o amigo por “Mando” ou “Varinha”?
Ricardo Reis - Professor de Economia, Universidade de Columbia
JORNAL I 12.12.2009 »
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Ao ponto que nós chegamos!!!
Apesar do nosso passado glorioso, actualmente somos um país onde pura e simplesmente a justiça não existe, o sistema de saúde não funciona e a educação está no estado que todos nós vemos.
Pretendemos divulgar aqui algumas situacões que consideramos serem verdadeiros casos de escândalo nacional e que nos envergonham perante o resto da Europa e do mundo.
Até breve...
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