sábado, 29 de outubro de 2011

A Comitiva do Presidente da República...

«NINGUÉM ESTÁ IMUNE AOS SACRIFÍCIOS», disse ele.

SE ASSIM NÃO FOSSE, COMO SERIA O SÉQUITO ESCOLHIDO!!!!!

O Presidente Cavaco Silva na sua visita discreta aos Açores de 5 dias levou 30 acompanhantes, entre os quais:

- sua esposa
- o chefe da casa civil e sua esposa
- 4 assessores
- 2 consultores
- 1 médico pessoal
- 1 enfermeira
- 2 bagageiros???
- 2 fotógrafos oficiais
- 1 mordomo
- 12 agentes de segurança

e à chegada disse "Ninguém está imune aos sacrifícios" .

Convém lembrar que quando o príncipe Carlos e a sua mulher Camila visitaram oficialmente Portugal, chovia e seguravam nos seus próprios guarda-chuvas.

O nosso Presidente e mulher na mesma ocasião tinham alguém que lhes segurava o guarda-chuva...

(notícia in 'Público' de 23/09/11)

( Esta lista foi dada aos jornalistas, não pensem que isto é gozo!)

sábado, 22 de outubro de 2011

Carta Aberta e escrita pelo Cap. Ten. AN (R) Manuel Silva Lopes ao Sr. Engº. Macário Correia:

Exmo. Senhor engenheiro

Felizmente tenho o privilégio de não o conhecer pessoalmente o que, espero, nunca venha a suceder. Bastou-me ouvi-lo.

Mas deixe que me apresente. Sou, com muito orgulho, um oficial superior das FFAA, na reserva, um dos muitos que V. Exa. deliberada e desbragadamente ofendeu na sua entrevista à Rádio Renascença no passado dia 13 de Setembro.

Estive algo indeciso se deveria baixar-me ao seu nível para lhe dar a resposta adequada. Mas como "quem não se sente não é filho de boa gente", acabei por decidir-me a dar-lhe essa resposta, que é estritamente pessoal e sem mandato de ninguém.

Desconheço se V. Exa. alguma vez cumpriu serviço militar; mas, pela sua prosódia, decerto desconhece ou ignora os valores porque se pauta a Instituição Militar, infelizmente bem diferentes dos praticados pela generalidade dos agentes da classe política a que V. Exa. pertence. Se não foi à tropa, ter-lhe ia feito bem, pode crer; se foi, andou certamente distraído, ou foi dispensado das aulas de organização e regulamentos para estar presente nalgum qualquer comício ou reunião partidária.

Mas queria ainda lembrar-lhe uma coisa: não foram os militares, mas sim os políticos a cuja classe, repito, V. Exa. pertence, que, com as suas acções ou omissões, levaram o País à situação ruinosa e degradante em que se encontra actualmente, que tem bom exemplo, também, na Câmara falida a que V. Exa. preside.

Nesta perspectiva, era bom que, tal como os militares que V. Exa. referiu e acusou sem especificar, os políticos nada tivessem feito durante alguns anos. Pelo menos não teriam feito tanto estrago!

Quem é V. Exa.? Que excelsa competência julga que possui, para ousar sequer fazer comentários sobre os militares e a Instituição Militar?

Por acaso reparou no número de dirigentes políticos existentes no País (alguns que, se calhar, também não fazem nada) em comparação com o número de generais e oficiais superiores a que se referiu?

Isto já para não mencionar a situação de que, para terem uma reforma de 80% do vencimento completo (por enquanto), os militares obrigam-se a um código de honra e de conduta que têm de cumprir durante 40 anos, enquanto aos políticos basta passarem três mandatos como deputados na A.R, como Presidentes de Câmara ou de um qualquer Governo Regional, ainda que façam asneiras gravosas para o Erário Público, pelas quais não está (convenientemente) previsto serem criminalmente responsabilizados.

Queria ainda lembrar-lhe outra coisa: curiosamente, foram também os militares que permitiram a V. Exa. poder agora proferir publicamente as baboseiras, para educadamente não lhe chamar alarvidades, que vomitou naquela entrevista.

Não tenho qualquer consideração pela política nem pelos seus agentes - aliás cada vez menos - e longe de mim criar polémicas ou pretender fazer comparações entre a idoneidade de militares e de políticos, pois estas são impossíveis de estabelecer considerando a prática de vida de uns e de outros, considerando apenas os últimos 37 anos de democracia.

Mas tenho 40 anos de serviço efectivo; e não posso, em nome dessa mesma democracia, da carreira que devotadamente abracei e do meu estatuto de militar, permitir que um qualquer pacóvio provinciano invoque a sua qualidade de representante do povo, ainda que legitimamente eleito, para passear impunemente, numa emissora de audiência nacional, a sua estúpida e insultuosa verborreia de escroque arrogante e tendencioso. Até porque foi inútil, porquanto, nesta fase do campeonato, nem sequer lhe capta votos.

Sr.engenheiro, quero finalmente lembrar-lhe que todos os animais têm o seu pasto próprio. Portanto, na minha humilde opinião, deveria limitar-se à pocilga que lhe destinaram e à sua pia de lavagem, deixando o prado para as outras espécies.

E, já agora, para terminar, permita-me uma sincera e humilde confidência pessoal:
PORTUGAL SÓ LÁ VAI COM UMAS ARROCHADAS!

Manuel B. Silva Lopes
CTEN AN

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cartoon do ano em Portugal...



A biografia do Major...

Valentim dos Santos de Loureiro (Calde, 24 de Dezembro de 1938) é um empresário, político e dirigente desportivo português.

Frequentou o curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sem o terminar. Juntou-se ao exército sobre o regime salazarista e, anos depois, foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao PAIGC que, alegadamente, matavam os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio (ficando posteriormente conhecido por muitos como o "Capitão Batatas" ). Isto porque estava no aprovisionamento militar e desviava géneros e bens alimentares para vender por fora. Foi expulso, com desonra, do exército. Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução.

Desviou, alegadamente, 40.000 contos ao BCP com uma transacção com um cheque em dólares americanos sobre um banco que não existia.

Actualmente, é cônsul "honorário" da Guiné-Bissau e tem usado esse título para, alegadamente, falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol que compra e vende numa tipologia de negócio pouco digna.

Distinguiu-se como dirigente desportivo, tendo sido presidente do Boavista F.C. entre 1972 e 1995 e presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) até Agosto de 2006. Actualmente (2008), é presidente da Assembleia Geral na mesma instituição.

Na política, foi militante do Partido Social-Democrata, tendo sido presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Assumiu um papel activo quando em 1993 aceitou ser candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, vencendo as eleições desse ano, e as de 1997 e 2001. Após ser desfiliado do PSD por ser acusado de práticas ilícitas enquanto autarca, venceu novamente as eleições de 2005, com a lista independente «Gondomar no Coração», que alcançou 57,5% dos votos.

Foi ainda Presidente da Junta Metropolitana do Porto, entre 2001 e 2005 e Presidente do Conselho de Administração da Empresa Metro do Porto, S.A.

Em Julho de 2008 foi sentenciado a 3 anos de prisão suspensa, no âmbito do processo judicial conhecido como Apito Dourado.

Foi recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, motivos que alegam os seus "serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores". Um gesto subjectivo da parte de alguns, tendo em conta o historial negro do indivíduo.
Pelos Portugueses é considerado uma vergonha Nacional, mas infelizmente pela classe politica que temos é um herói em virtude de pertencer à corja de políticos que temos, isto nada abona a favor do nosso país e mostra que somos um povo passivo que nada faz para o seu próprio bem futuro.

"Há um século atrás, ou num país digno, seria no mínimo, a forca..."

Pensão mensal vitalícia dos nossos políticos


Os nomes dos políticos que recebem do Estado a pensão mensal vitalícia e passaram a ser secretos. A Comissão Nacional de Protecção de Dados cujo presidente é eleito pelos deputados, considera que “a pensão mensal vitalícia não é uma informação pública….” in Correio da Manhã

Os partidos políticos criaram em Portugal, um sistema de roubo legal para os seus membros, baseado na acumulação de reformas e pensões vitalícias.
Só o número de ex deputados com pensão para toda a vida (de todas as cores e para todos os gostos) já ultrapassa os 400 beneficiários. O valor dessa regalia rondará os oitocentos mil Euros por mês.

Mário Soares “papa de reformas” mais 500.000 Euros por ano.

Alberto João Jardim, tem uma reforma do Estado de 4.124 Euros, obtida num serviço público onde nunca trabalhou (Secretaria Regional de Turismo), recebe um ordenado por inteiro de 84 mil Euros. Acresce a este valor mais 40% de despesas de representação, o que dá 94.467 Euros, ganha mais do que o primeiro-ministro Espanhol.

Cavaco Silva recebe do Banco de Portugal 4.152 Euros, da Universidade Nova de Lisboa 2.328 Euros e de primeiro-ministro 2.876 Euros.

Manuel Alegre recebe um valor de 3.219,95 Euros por ter trabalhado um ano RDP num cargo que nem ele sabe qual era (1974/1975).

Santana Lopes obteve uma reforma de primeiro-ministro após seis meses de trabalho, que acumulou depois com a reforma de deputado.

Marques Mendes mal fez 50 anos de idade, tratou de logo de requerer uma pensão de 2.905 Euros.

Freitas do Amaral, ao saber que lhe faltava pouco tempo para obter a reforma vitalícia de deputado, desligou-se do CDS, mas não da Assembleia da Republica enquanto não completou o tempo necessário para a obter.

Carlos Brito, quando obteve a sua reforma, mandou “passear” o PCP, onde durante décadas militou.

Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, quando atingiu os 8 anos necessários para solicitar a sua reforma de deputado, mandou a Assembleia às urtigas.

Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva depois de obter uma reforma de deputado, em 21 meses obteve uma reforma da Caixa Geral de Depósitos no valor de 18.000 Euros mensais.

Campos e Cunha, ministro das finanças de Sócrates, após ter trabalhado 6 anos no Banco de Portugal, e com apenas 49 anos, obteve uma reforma de 114.784 Euros.

Diogo Leite Campos, do PSD. À semelhança de outros camaradas de partido, bastarem-lhe 6 anos no Banco de Portugal para obter mais uma reforma do Estado.

Vasco Franco, figura de proa do PS, obteve uma reforma de deputado de 3.035 Euros.
Recebe ainda uma outra como deficiente de guerra por ter sido ferido em Moçambique depois de 1974.

Centenas de governantes e deputados de todas as cores políticas, independentemente da sua idade ou da sua competência, têm sido contemplados e nós, os nossos filhos e os nossos netos iremos suportar por muitos e bons anos estas reformas douradas.
Será que estes (e outros) também vão pagar 50% do 14º mês?????????