domingo, 28 de novembro de 2010

Diário da República nº 28 - I série

Diário da República nº 28 - I série datado de 10 de Fevereiro de 2010 - Resolução da Assembleia da República nº 11/2010

Poderão aceder através do site http://wwww.dre.pt
Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da República


1 - Vencimento de Deputados: 12 milhões 349 mil Euros
2 - Ajudas de Custo de Deputados: 2 milhões 724 mil Euros
3 - Transportes de Deputados: 3 milhões 869 mil Euros
4 - Deslocações e Estadas: 2 milhões 363 mil Euros
5 - Assistência Técnica (??): 2 milhões 948 mil Euros
6 - Outros Trabalhos Especializados (??): 3 milhões 593 mil Euros
7 - RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA: 961 mil Euros
8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares: 970 mil Euros
9 - Equipamento de Informática: 2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos (??): 2 milhões 420 mil Euros
11- Edificios: 2 milhões 686 mil Euros
12- Transfer's (??) Diversos (??): 13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R.: 16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS: 73 milhões 798 mil Euros

NO TOTAL A DESPESA ORÇAMENTADA DE 2010, É :
191 405 356,61 € (191 Milhões 405 Mil 356 Euros e 61 Cêntimos)
- Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 - 1ª Série, de 10 de Fevereiro de 2010


É VERGONHOSO....,O POVO É QUE TEM DE PAGAR !!!

Intolerável ! - Fundação Cidade de Guimarães

Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos
administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães,
criada para a Capital da Cultura 2012:

- Cristina Azevedo - Presidente do Conselho de Administração 14.300 €
(2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião

- Carla Morais - Administradora Executiva --------------------------
12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por
reunião

- João B. Serra - Administrador Executivo ---------------------------
12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por
reunião

- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo ------------------------
2.000 € mensais + 300 € por reunião ( não deve ser do grupo dos Boys )


Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam

Jorge Sampaio, Diogo Freitas do Amaral, Adriano Moreira e Eduardo Lourenço,

recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio),que recebe 500 €.

Em resumo:

1,3 milhões de Euros por ano, em salários.

Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as
despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!!

Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o
desemprego ronda os 15 % !!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Verdadeiramente Vergonhoso!!!


José Sócrates é um dos clientes da mais exclusiva (e cara) loja de Beverly Hills, onde só entra um cliente de cada vez, com hora marcada, e todo o staff de empregados ao seu dispor...

Com direito a nome escrito no vidro da montra, claro!

É o primeiro-ministro do país mais atrasado da Europa e líder de um governo que nos conseguiu atirar ainda mais para a cauda da Europa e atolar-nos em dívidas no estrangeiro até, pelo menos, ao ano 2050!!!

Soube-se agora, pelo jornal online i, http://www.ionline.pt/conteudo/3162-a-loja-americana-que-veste-socrates que o nosso dandy, é cliente de uma das lojas mais caras do mundo!...
Sim, sim! O primeiro ministro português, que declara às Finanças ser um "teso" que só ganha 5 mil euros por mês, tem o seu nome escrito na montra da loja de novos ricos, da rua Rodeo Drive (já de si uma rua cheia de lojas hiper luxuosas) em Beverly Hills (Los Angeles), Califórnia, o preço de cada fato lá confeccionado é só de 35 mil ? e por isso só atende um cliente por dia .

Ora bem!...

Vejam a fotografia... Lá está o nome, José Sócrates, só que, a seguir, tem o pouco feliz título de Prime Minister of Portugal! Uma verdadeira afronta!...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE!!!

É uma golpada com muita classe, e os golpeados somos nós....

Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve.

Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregadora, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios.

Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego.

Coloca-se então a seguinte questão: «Então, porque fica o homem a receber os tais 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?».

Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos».

Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE forem mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.

Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.

O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja, mais de 120 contos por dia, sem incluir os subsídios de férias e Natal e ajudas de custo.

Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético.

E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não.

A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço.

Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE?